Grupo de 263 trabalhadoras estava abrigado na Embaixada Filipina em Damasco; volta à casa foi feita com ajuda da Organização Internacional para Migrações, OIM.
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
Um grupo de empregadas domésticas das Filipinas retornou à casa, nesta terça-feira, para fugir do conflito na Síria. A maioria das mulheres aterrissou no Aeroporto de Manila após um voo fretado.
O transporte das empregadas, com a Linha Aérea da Jordânia, foi feito com a ajuda da Organização Internacional para Migrações, OIM.
Relatório do órg?o sugere que as consequências ser?o altas ondas de calor, declínio nas reservas de alimentos e aumento do nível do mar.
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.
Um estudo feito pelo Banco Mundial concluiu que o mundo pode se preparar para um aumento das temperaturas em até quatro graus centígrados se a Comunidade Global fracassar na a??o para lidar com a mudan?a do clima.
Entre os problemas causados pela temperatura alta est?o ondas de extremo calor, redu??o das reservas de alimentos e o aumento do nível do mar, que afetará milh?es de pessoas. Segundo o relatório, todos os continentes v?o sofrer, uns mais que outros, mas a popula??o mais pobre será a mais afetada.
Solu??o
O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, afirmou que um planeta quatro graus mais quente pode e deve ser evitado. Segundo ele, é necessário manter o aquecimento abaixo do dois 2oC.
Kim disse que a falta de a??o para combater a mudan?a climática amea?a deixar o mundo que as crian?as v?o receber de heran?a bem diferente do mundo que se vive atualmente. Para o presidente do Banco Mundial, a mudan?a climática é um dos maiores desafios ao desenvolvimento e todos devem assumir a responsabilidade moral para agir em benefício das futuras gera??es, especialmente dos mais pobres.
Relatório
O relatório diz que uma forma de se evitar o aquecimento é através do uso mais eficiente e inteligente de energia e dos recursos naturais para reduzir o impacto do clima no desenvolvimento sem, ao mesmo tempo, diminuir os esfor?os de alívio à pobreza ou ao crescimento econ?mico.
Entre as iniciativas que devem ser adotadas est?o: utilizar de uma forma melhor os subsídios de mais de US$ 1 trilh?o, equivalente a mais de R$ 2 trilh?es, dados as companhias petroleiras e a outros setores considerados danosos e maior investimento em energia verde.
Novo relatório do Programa Conjunto sobre HIV/Aids, Unaids, mostrou que maior queda aconteceu na áfrica, regi?o mais atingida pelo HIV no mundo.
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.
Um relatório do Programa Conjunto sobre HIV/Aids, Unaids, mostrou que as novas infec??es com o HIV caíram mais da metade em 25 países de baixa e média rendas, a maioria deles, na áfrica, regi?o que mais sofre com a epidemia.
Em Mo?ambique a redu??o foi de 31% entre os adultos de 15 a 49 anos. As maiores quedas ocorreram no Malauí, com 73%, Botsuana, Namíbia, Zambia, Zimbábue, áfrica do Sul e Suazilandia. Segundo o documento, a rapidez na resposta e no tratamento da doen?a está produzindo os bons resultados.
Avan?o
O diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé, disse que está se tornando evidente que é possível atingir um nível zero de infec??o em rela??o às crian?as.
Ele afirmou que o ritmo desse progresso é acelerado. Metas que antes levavam uma década para serem alcan?adas, agora, s?o cumpridas em 24 meses.
Segundo Sidibé, esse avan?o é uma prova de que com vontade política e supervis?o o mundo poderá alcan?ar os objetivos de combate ao HIV tra?ados para 2015.
Progresso
O Unaids afirmou que os investimentos para combater a Aids chegam atualmente a US$ 16,8 bilh?es de dólares, o equivalente a mais de R$ 33 bilh?es, mas s?o necessários US$ 24 bilh?es até 2015.
O relatório cita que o Brasil fornece o coquetel de remédios para até 79% dos soropositivos.
Tratamento
Desde 1995, a terapia antiretroviral salvou 14 milh?es de vidas em países de baixa e média rendas.
O Brasil é um dos que lidera a ajuda internacional para as na??es mais pobres junto com Rússia, India, China e áfrica do Sul, todos integrantes do Brics, grupo de países emergentes. Juntos, eles correspondem a mais da metade de todo o gasto doméstico em Aids nas na??es de baixa e média rendas.
Atualmente, 34 milh?es de pessoas no mundo vivem com o HIV, aproximadamente metade n?o sabe que tem a doen?a. Em 2011, foram registrados 2,5 milh?es de novos casos de contamina??o com o vírus, um número bem menor do que em 2001.
Relatório sobre emiss?es de gases, coordenado pelo Programa das Na??es Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, e pela Funda??o Climática Européia, concluiu que em vez de reduzir, a concentra??o de gases, como o dióxido de carbono, aumentou na atmosfera.
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.
Um relatório das Na??es Unidas concluiu que as emiss?es de gases que causam o efeito estufa est?o 14% acima dos níveis previstos para 2020. A pesquisa, que também foi assinada pela Funda??o Climática Européia, foi divulgada nesta quarta-feira, pouco antes da realiza??o de uma reuni?o da ONU sobre o tema.
Segundo o relatório, os países devem agir rapidamente se o mundo quiser ter uma chance de manter o aumento da temperatura global abaixo dos dois graus centígrados até o final do século.
Polui??o
O documento mostra que em vez de diminuir, o acúmulo de gases que causam o efeito estufa, como o dióxido de carbono, CO2, aumentou aproximadamente 20% desde 2000. O tema deve ser tratado durante a Conferência sobre Mudan?a Climática em Doha, que será aberta nesta segunda-feira, na capital do Catar.
O professor da Universidade de Lisboa, Felipe Duarte Santos, falou à Rádio ONU, de Bruxelas, sobre o desafio para combater as emiss?es de dióxido de carbono.
"No que se diz respeito a travar as emiss?es de CO2 para a atmosfera, eu diria que estamos numa situa??o muito difícil, numa situa??o que se pode caracterizar como de impasse. E portanto, enfim, aquilo que vai ter que acontecer é adaptarmos a um clima em mudan?a sem contudo deixar de continuar de fazer um esfor?o muito grande de eficiência energética e de maior utiliza??o e investimento nas energias renováveis."
S?o 55 especialistas de mais de 20 países envolvidos no relatório. Segundo eles, se nada for feito pelos governos, as emiss?es de gases dever?o atingir 58 gigatoneladas num período de 8 anos.
Piora
A previs?o agora é pior do que as análises anteriores que sugeriam que as emiss?es de gases deveriam estar perto das 44 gigatoneladas em 2020.
O relatório do Pnuma revela que mesmo que os níveis e as promessas mais ambiciosas para redu??o das emiss?es de gases forem implementados por todos os países, ainda existirá uma diferen?a, para mais, de 8 gigatoneladas equivalente de CO2 em 2020.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, condenou, esta quarta-feira, a morte de três jornalistas palestinos em ataques aéreos israelenses e de um repórter mexicano na cidade de Tehuacán, na regi?o central do México.
Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova condenou os assassinatos de jornalistas no Oriente Médio e no México e disse estar alarmada com a escalada da violência em Israel e na faixa de Gaza.
Bokova afirmou que, nesse momento, junta sua voz a do Secretário-Geral da ONU, cuja principal preocupa??o é o bem-estar e a seguran?a de todos os civis.
Ataques
Os jornalistas palestinos Mahmoud Al-Komi, Hossam Mohammed e Abu Eisha, morreram em ataques aéreos nesta ter?a-feira. A diretora demonstrou preocupa??o também com as notícias de que a imprensa estava sendo alvo dos ataques aéreos e dos foguetes lan?ados entre o sul de Israel e Gaza.
Bokova afirmou que o status de civil dos jornalistas e o direito desses profissionais exercerem suas fun??es deve ser respeitado. Ela disse que também está preocupada com os ataques contra escolas tanto em Gaza como no sul de Israel. Segundo a diretora, os colégios devem oferecer um ambiente seguro para as crian?as.
México
Irina Bokova condenou também a morte do jornalista investigativo mexicano, Adrián Moreno, ocorrida em 14 de novembro. No ataque, em Tehuacán, morreu ainda a acompanhante do repórter, a ex-policial Misray González.
Bokova afirmou que a violência contra jornalistas no México chegou a um nível intolerável e que os responsáveis pelo ataque devem ser levados à justi?a. Quando foi assassinado, ádrian investigava o roubo de gasolina das reservas do governo.
Vítimas de abusos físicos ou sexuais muitas vezes têm medo de denunciar o agressor; domingo é o Dia Internacional para a Elimina??o da Violência contra Mulheres.
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
O Dia Internacional para a Elimina??o da Violência contra Mulheres é neste domingo, e as Na??es Unidas destacam que sete em 10 mulheres s?o vítimas de abuso físico ou sexual em algum momento da vida.
Já a Organiza??o Mundial da Saúde, OMS, afirma que 30% das mulheres sofrem violência regularmente. A agência alerta para o risco que 2 milh?es de garotas correm, por ano, de sofrer mutila??o genital, considerada em muitas culturas um rito de passagem.
Impunidade
O Secretário-Geral da ONU divulgou uma mensagem, destacando que muitas vezes, os agressores ficam impunes, porque meninas e mulheres têm medo de fazer a denúncia.
Para Ban Ki-moon, os sentimentos de medo e vergonha devem ser combatidos e os "criminosos s?o os que devem se sentir desonrados, n?o suas vítimas". Ban apelou aos governos para que cumpram as promessas de acabar com todas as formas de violência de gênero.
Campanhas
A campanha "UNiTE para o Fim da Violência contra Mulheres", lan?ada pelo Secretário-Geral, busca alcan?ar cinco objetivos até 2015, incluindo o refor?o da coleta de dados sobre violência; maior conscientiza??o pública e mobiliza??o social e combate à violência sexual em conflitos.
Nesta semana, a ONU Mulheres lan?ou a iniciativa "Commit", pedindo aos governos que se comprometam com a causa, destacando que 125 países tem leis que punem a violência doméstica. Mas 603 milh?es de mulheres vivem em na??es, onde esse tipo de abuso n?o é crime.
Em carta aberta, grupo diz que se não houver uma "fiscalização eficaz e responsabilização, existirá um risco real de que os objetivos se tornem promessas vazias."
João Rosário, da Rádio ONU em Lisboa.*
Um grupo de relatores dos direitos humanos pediu a governos de todo o mundo que as conclusões da Rio 20 possam ser traduzidas em ações concretas.
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável está marcada para junho, no Rio de Janeiro.
Pobreza e Desigualdade
Ban disse que o relatório faz três recomendações: empoderar as pessoas para que façam escolhas sustentáveis; trabalhar rumo à economia sustentável e fortalecer a governança institucional.
Durante o discurso em Nova York, Ban disse que a visão do Painel é erradicar a pobreza e reduzir desigualdades; tornar o crescimento inclusivo e a produção e o consumo mais sustentáveis e combater a mudança climática.
Recomendações
O relatório "População Resiliente, Planeta Resiliante: Um Futuro que Vale a Pena Escolher" traz 56 recomendações para colocar em prática o desenvolvimento sustentável.
O Secretário-Geral destacou ainda que as seguranças alimentar, da água e energética estão totalmente ligadas e devem ser alcançadas ao mesmo tempo. Ban pediu para que as recomendações que entrem em prática sejam incluídas no documento da Confererência Rio 20, que será realizada em junho, no Rio de Janeiro.
Secretário-Geral apresentou nesta sexta relatório sobre Sustentabilidade Global; documento traz 56 recomendações de integração dos aspectos ambientais, sociais e econômicos do desenvolvimento.
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
Foi apresentado nesta sexta-feira, pelo Secretário-Geral da ONU, o relatório do Painel de Alto-Nível sobre Sustentabilidade Global. Ao comentar o documento, na Assembleia Geral, Ban Ki-moon apelou aos governos para integrar os aspectos ambientais, sociais e econômicos do desenvolvimento sustentável.
O Secretário-Geral ressaltou a necessidade de um viés que garanta o bem estar da humanidade e ao mesmo tempo, preserve o planeta para gerações futuras.
Falta de Combustível
Dados do Departamento de Estatística da Síria revelam que a inflação subiu mais de 15% entre junho e dezembro do ano passado.
O motivo do aumento foi a disparada no preço dos alimentos e a falta de combustível que causou um impacto sobre os custos com o transporte.
Segundo o Programa Mundial de Alimentos, PMA, em 2010, cerca de 1,4 milhão de pessoas que sofriam de insegurança alimentar viviam em áreas tomadas agora pelo conflito como por exemplo, Homs, Daraa e a parte rural de Damasco, capital do país.
Por causa da violência, dezenas de milhares de pessoas fugiram para os países vizinhos.
A FAO e o PMA estão realizando uma operação conjunta de emergência para levar alimento a 100 mil pessoas na Síria.
Cada vez mais se torna difícil obter comida, água e combustíveis.
Agência da ONU afirmou, em comunicado, que está preocupada com a situação especialmente dos chamos grupos frágeis da população; combates entre oposição e governo já mataram mais de 8 mil pessoas desde março de 2011.
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, informou que está preocupada com a situação da segurança alimentar na Síria.
O país árabe está passando por um conflito civil há um ano, quando manifestantes saíram às ruas para protestar contra o regime do presidente Bashar al-Assad, e foram reprimidos por tropas do governo. Segundo a ONU, mais de 8 mil pessoas já foram mortas nos confrontos.
Fran?a
Em entrevista a jornalistas, antes da reuni?o no Conselho de Seguran?a, um representante da Fran?a informou que o número de mortos já ultrapassaria 25 mil.
De acordo com o comissário da ONU, António Guterres, o apelo humanitário para socorrer as vítimas ainda n?o foi preenchido pela comunidade internacional.
"Nós necessitamos de mais fundos. Infelizmente, os apelos das Na??es Unidas est?o respondidos a menos de 50% quer dentro da Síria, quer nos países vizinhos. é preciso também mais solidariedade internacional com o Iraque, a Turquia, a Jordania e o Líbano que têm circunstancias muito difíceis, com um enorme nas economias, nas sociedades, na própria seguran?a desses países. Mas eles têm mantido as fronteiras abertas, têm recebido toda a gente, têm dado a todos prote??o e assistência. é preciso que este esfor?o seja partilhado pela comunidade internacional."
As Na??es Unidas e a Liga árabe ter?o, a partir, deste sábado, um novo representante especial na Síria. Lakhdar Brahimi irá substituir o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, no cargo.
Annan, que estava liderando uma estratégia de paz para o conflito, renunciou no início deste mês.
Humildade
Nesta entrevista à Rádio ONU, após a reuni?o, o alto comissário e ex-primeiro-ministro de Portugal, António Guterres, afirmou que a solu??o para a crise tem que ser criada pelo Conselho de Seguran?a.
"E ao mesmo tempo há que reconhecer, com humildade, que nós, humanitários, n?o resolvemos o problema. Nós mitigamos o problema.
O problema só tem uma solu??o que é política. E esta solu??o só o Conselho de Seguran?a pode criar as condi??es para que ela se concretize."
Desde o início dos combates entre tropas do governo e opositores do presidente da Síria, Bashar al-Assad, mais de 17 mil pessoas morreram na violência política no país árabe.
Em declara??o à Rádio ONU, após sess?o extraordinária no órg?o, alto comissário para refugiados pediu que comunidade internacional apoie países vizinhos que est?o recebendo sírios que fogem da violência.
M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
A violência na Síria n?o será resolvida pela ajuda humanitária, mas sim por decis?es políticas. Esta é a opini?o do alto comissário das Na??es Unidas para Refugiados, António Guterres.
Nesta quinta-feira, ele participou de uma reuni?o extraordinária no Conselho de Seguran?a, em Nova York, para explicar a situa??o dos sírios que est?o fugindo para os países vizinhos: Iraque, Jordania, Líbano e Turquia. Ao todo, 229 mil pessoas já atravessaram as fronteiras.
Guerra
Para a Cruz Vermelha, é preciso ajudar as famílias na busca pelo que ocorreu aos parentes sumidos.
Muitos desapareceram durante conflitos armados e outras emergências. A Cruz Vermelha lembrou que é obriga??o das autoridades, sob a lei humanitária internacional, a fazer tudo para determinar o que ocorreu.
Uma representante da organiza??o, Marianne Pecassou, disse que "as cicatrizes que a guerra deixa com os parentes dos desaparecidos s?o profundas."
Ela lembrou que, em alguns casos, a família espera notícias por décadas, sofrendo com o isolamento social e emocional.
A Cruz Vermelha citou o caso da Líbia, onde milhares desapareceram durante o conflito recente, e milhares de famílias ainda n?o sabem o que ocorreu com seus parentes.
Cruz Vermelha diz autoridades têm obriga??o, sob lei internacional humanitária, de fazer tudo para determinar o que ocorreu com as vítimas; Timor-Leste entre os países que realizam cerim?nias para marcar a data.
M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
As Na??es Unidas marcam, neste 30 de agosto, o Dia Internacional dos Desaparecidos, com uma série de eventos ao redor do mundo. Entre os países que realizam cerim?nias est?o Líbano, Nepal e Timor-Leste.
Em comunicado, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que as famílias das vítimas precisam de mais apoio para enfrentar as dificuldades ocorridas com os desaparecimentos.
órg?o expressa ainda grave preocupa??o com a persistência de viola??es e abusos contra menores em conflitos armados; resolu??o foi aprovada com 11 votos.
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
O Conselho de Seguran?a da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolu??o condenando os graves abusos cometidos contra crian?as durante conflitos armados.
Apesar das absten??es da China, Paquist?o, Rússia e Azerbaij?o, a medida foi aprovada com 11 votos.
Relatório
O órg?o pede o fim do recrutamento e uso de crian?as soldado; de assassinatos, mutila??es e violência sexual contra menores e de ataques a escolas e hospitais.
O Conselho expressou ainda grave preocupa??o com a "persistência de alguns em cometerem essas viola??es e abusos”.
O último relatório do Secretário Geral sobre crian?as em situa??o de conflito, divulgado em junho, nomeia 52 partes que recrutam e usam menores. O documento inclui novos nomes do Sud?o, Iêmen e Síria.
Perfil
O perfil da migra??o só mudou nos anos 90, quando o destino preferido passou a ser Espanha e Itália.
Dados do Governo Espanhol indicam que, no ano passado, havia 480 mil equatorianos vivendo legalmente no país, mais de 100 vezes a quantidade de 1998.
Já nos Estados Unidos, a diáspora equatoriana mais que dobrou entre 2000 e 2010 chegando a 564 mil pessoas.
Remessas
A OIM informou que as remessas enviadas pelos equatorianos à casa continuam sendo uma fonte fundamental de sobrevivência das famílias.
Apesar de uma queda com a crise financeira, os equatorianos continuam mandando para os seus parentes o equivalente a R$ 5,5 bilh?es todos os anos.
Mas o Equador, um país que n?o exige visto de entrada, também está se tornando destino para migrantes. Nos últimos 10 anos, 200 mil colombianos passaram a viver na na??o vizinha fugindo da violência.
Estudo, conduzido pela Organiza??o Internacional para Migra??es, diz que exigência de visto em países europeus e desemprego em massa na Espanha foram maiores causas da mudan?a.
M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
Mais de quatro décadas após come?aram a trocar o Equador pelo exterior, muitos migrantes est?o retornando à casa.
A constata??o é parte de um estudo realizado pela Organiza??o Internacional para Migra??es, OIM, publicado nesta ter?a-feira, em Quito capital do país.
Crise Financeira
De acordo com a pesquisa, "Perfil da Migra??o", os últimos 10 anos registraram uma queda no número de equatorianos que deixam o país para trabalhar na Europa.
Entre as raz?es est?o a exigência de visto e a crise financeira que levou ao desemprego em massa na Espanha, onde vivem muitos migrantes do Equador.
Segundo a OIM, os equatorianos come?aram a deixar seu país de origem na década de 70 para viver no Canadá, nos Estados Unidos e na Venezuela.
Sem Fundamento
De acordo com o relatório da Comiss?o de Inquérito, crian?as menores de 18 anos est?o sendo usadas nos combates por grupos de oposi??o.
Paulo Sérgio Pinheiro conduziu o estudo com base em depoimentos de sírios que est?o fugindo do país. A comiss?o n?o foi autorizada a entrar na Síria.
Ao responder ao relatório, o embaixador da Síria no Conselho de Direitos Humanos disse que o documento n?o procede porque se baseou em depoimentos sem fundamento.
Faysal Khabbaz Hamoui disse que os países vizinhos e o que ele chamou de "poderes estrangeiros" est?o treinando e armando os grupos de oposi??o para prolongar o conflito.
O embaixador da Síria afirmou que as san??es est?o prejudicando o povo e s?o uma amea?a à soberania do país.
Segundo ele, elementos da rede Al-Qaeda estariam sendo enviados à Síria.
