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发布时间:2019-01-31 09:19:41

Em nota, agência da ONU se mostrou "profundamente preocupada" com as consequências sobre pacientes, médicos e ao que resta da infraestrutura hospitalar do país.

M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Organiza??o Mundial da Saúde condenou com veemência ataques a unidades de atendimento médico na Síria.

Com a escalada da violência, vários postos e hospitais foram danificados. Em nota, a OMS lembrou que é obriga??o de todas as partes envolvidas nos combates de proteger os civis, o pessoal da saúde e postos de atendimento.

Fora de Circula??o

A agência da ONU informou que está "profundamente preocupada" com os danos causados ao que ainda resta da infraestrutura hospitalar da Síria.

De acordo com relatos recebidos pela OMS, quase 67% dos hospitais públicos foram afetados pelo conflito e 29% est?o fora de funcionamento. Os danos causados a ambulancias, mais da metade da frota, est?o dificultando o socorro de pacientes e tratamentos de emergência, que antes eram feitos a caminho do hospital.

Quase 180 veículos est?o fora de circula??o.

Peregrina??o

Nesta segunda-feira, o enviado especial das Na??es Unidas e da Liga árabe à Síria, Lakhdar Brahimi, pediu às autoridades do Ir? que ajudem a Síria a alcan?ar um cessar-fogo durante o feriado do Eid al Adha, no próximo dia 26.

A data é considerada uma das mais sagradas do calendário islamico, quando os mu?ulmanos marcam o fim do hajj, peregrina??o a Meca.

Brahimi se reuniu em Teer? com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad e o líder do Conselho Nacional de Seguran?a, além de outras autoridades.

Brasil, Portugal e Guiné-Bissau

O conselheiro-sênior para Assuntos de Gest?o Pública, das Na??es Unidas, Jonas Rabinovitch, contou que a presen?a de mídias sociais no relacionamento do Governo com cidad?os está aumentando em várias partes do mundo.

"S?o 40% dos governos hoje em dia que usam a mídia social. S?o 78 países-membros usando a mídia social. Entre eles est?o Brasil, Portugal, Guiné-Bissau que usam o twitter em três continentes. Na América do Sul, na Europa e na áfrica existe o uso da mídia social para que os cidad?os sigam o que os governos est?o fazendo."

Um dos objetivos da iniciativa das Na??es Unidas sobre a rede de administra??o pública com apoio da internet é aumentar os níveis de transparência e presta??o de contas de governos locais e federais e o processo de participa??o de cidad?os na governan?a democrática.

Hugo Leal, que participa de iniciativas da rede das Na??es Unidas sobre gest?o pública, disse que vereadores e prefeitos devem conhecer os recursos do Governo federal antes de come?arem seus mandatos.

M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Senado do Brasil deve organizar até o fim do ano um encontro nacional para os novos prefeitos e vereadores eleitos em 2012, no país.

O objetivo é divulgar os recursos do governo em repasse de verbas, boas práticas e iniciativas de gest?o baseadas em novas tecnologias e redes sociais.

Participa??o Cidad?

A informa??o foi dada à Rádio ONU pelo deputado federal do PSC, do Rio de Janeiro, Hugo Leal, um dos coordenadores do evento.

Ele esteve em Nova York para participar de reuni?es nas Na??es Unidas sobre boa governan?a e transparência de governos.

Nesta entrevista à Rádio ONU, Hugo Leal falou sobre alguns detalhes do encontro no Senado.

"Nós queremos aproveitar nestes três meses que faltam até o início dessas administra??es para realizarmos um congresso, e este foi o motivo da minha viagem aqui, em Brasília, no Senado Federal. O objetivo é chamar a maioria desses novos administradores locais e levar a eles algumas circunstancias do ponto de vista de recursos, e investimentos nos municípios. Queremos levar ainda as boas práticas da administra??o pública. Fazer uma cultura muito mais de preven??o e qualifica??o, do que efetivamente de puni??o como tem acontecido."

Reuni?o, organizada pela For?a-Tarefa Antiterrorismo, conta com a presen?a do diretor-geral da Agência Internacional de Energia At?mica, Yukiya Amano; entidade ajuda países a refor?ar seguran?a nuclear.

M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Assembleia Geral das Na??es Unidas está debatendo, nesta sexta-feira, formas de enfrentamento do terrorismo nuclear.

O encontro é organizado pela For?a-Tarefa Antiterrorismo. Em mensagem de abertura, o novo presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic, ressaltou que o mundo está cada vez mais "frágil e imprevisível."

Amea?a

Ele disse que um dos maiores perigos é a possibilidade de armas nucleares em m?os de atores n?o-governamentais. Segundo Jeremic, a amea?a de terroristas tendo acesso a armas nucleares é dramática.

Em 2005, a Assembleia Geral da ONU adotou a Conven??o Internacional para a Supress?o dos Atos de Terrrorismo Nuclear. O tratado criminaliza a posse, o uso ou amea?a de utiliza??o de dispositivos radioativos por atores n?o-governamentais.

Em seu discurso, o chefe da Agência Internacional de Energia At?mica, Aiea, Yukiya Amano, disse que a coopera??o entre os países é fundamental para minimizar os riscos.

Conselho de Seguran?a

De acordo com Amano, a informa??o é muito importante para identificar tendências, padr?es e amea?as em seguran?a nuclear. O chefe da Aiea disse que 170 países est?o cooperando para um base de dados sobre tráfico ilegal. O mecanismo monitora atividades ilegais com material nuclear. Ele disse que desde a cria??o do banco em 1995, mais de 2,2 mil incidentes foram notificados pela base.

No encontro de alto nível na Assembleia Geral, o presidente da casa, Vuk Jeremic, citou ainda a resolu??o 1540 do Conselho de Seguran?a. A medida imp?s obriga??es legais a todos os países para que aprovassem legisla??es prevenindo a prolifera??o de armas nucleares, químicas e biológicas.

Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, mostra à Assembleia Geral um gráfico sobre as atividades at?micas de Teer? e diz que é preciso impor um limite.

M?nica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu a comunidade internacional para impor um limite ao programa nuclear do Ir?. O premiê foi o último a discursar na sess?o desta manh? na Assembleia Geral da ONU.

O premiê israelense mostrou um gráfico aos delegados de todo o mundo refererindo-se às instala??es nucleares do Ir? para enriquecimento de uranio. Netanyahu disse que o Ir? irá desistir caso seja confrontado com uma "linha vermelha clara" pela comunidade internacional.

Autoridade National Palestina

Para Netanyahu, o Ir? está muito perto de obter a quantidade necessária de uranio enriquecido para construir uma arma at?mica. Ele também citou o discurso do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, que falou à Assembleia Geral pouco antes de Israel.

O premiê disse que falou com Abbas diretamente que o conflito israelense-palestino n?o será resolvido com o que Netanyahu chamou de discursos difamatórios nas Na??es Unidas. Segundo ele, é preciso sentar, negociar e alcan?ar um acordo que reconhe?a o Estado palestino desmilitarizado e um Estado judaico.

Os discursos de chefes de Estado e governo na Assembleia Geral da ONU devem terminar na segunda-feira.

Diretor-geral da Aiea, Yukiya Amano, pediu ao país que facilite o acesso à usina de Parchin, e disse que o Irã não está contribuindo como deveria.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, voltou a pedir ao Irã que autorize o acesso de inspetores nucleares à usina de Parchin.

Após uma reunião de diretores em Viena, o chefe da agência, Yukiya Amano afirmou que o fato de haver atividades atômicas no local desde fevereiro deste ano preocupa a agência.

 Autoridade

Para o grupo, o filme, produzido nos Estados Unidos, faria menções ofensivas a Maomé.

O embaixador da Líbia na ONU, Ibrahim Dabbashi, lamentou as mortes e disse que a autoridade do Estado ainda não cobre todo o território

O diplomata disse não entender como um grupo de líbios teria eliminado uma pessoa que ele considera "maravilhosa". Segundo o embaixador, ainda há muitos grupos e pessoas fora da lei na Líbia.

A Missão dos Estados Unidos na ONU emitiu uma nota após o ataque lembrando a solidariedade do embaixador Christopher Stevens durante a revolução na Líbia e como ele apoiou os rebeldes que lutavam contra o regime do ex-líder Muammar Kadafi.

Na nota, o presidente Barack Obama reforçou o compromisso do Governo Americano com "a liberdade, com a justiça e a parceria internacional."

Dabbashi contou que o Governo Líbio está apurando o ataque e deve tomar providências para proteger o corpo diplomático e levar os responsáveis à justiça.

Representante líbio, Ibrahim Dabbashi, afirmou que seu país ainda não tem o controle de todo o território nacional; segundo agências de notícias, chefe do Consulado americano em Bengazi morreu ao lado de mais três funcionários.

Eleuterio Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*

A Missão da Líbia nas Nações Unidas condenou a morte do embaixador dos Estados Unidos, Christopher Stevens, num ataque contra o Consulado norte-americano em Bengazi, a segunda maior cidade líbia.

Segundo agências de notícias, o embaixador foi morto, ao lado de mais três funcionários do Consulado, durante um ataque ao local. De acordo com os relatos, um grupo de manifestantes muçulmanos teria lançado bombas dentro do Consulado para protestar contra a produção de um filme, postado na internet.

Embarcações

A agência está ajudando a Embaixada das Filipinas em Damasco para evacuar as domésticas.

A saída das empregadas da zona de combates foi possível também depois de o Governo Sírio concordar em isentar o grupo das taxas de embarcações e de multas contratuais.

Desde o início dos confrontos na Síria, em março de 2011, mais de 2,1 mil empregadas filipinas deixaram o país árabe para escapar da violência.

Segundo o Departamento das Relações Exteriores das Filipinas, cerca de 5 mil domésticas ainda estão na Síria, deste total mil já pediram ajuda para voltar às Filipinas.

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